O equipamento de Ultrassom Microfocado funciona liberando ondas ultrassônicas de alta intensidade capazes de atuar diretamente no SMAS, camada predominantemente de colágeno localizada em diferentes profundidades sob a pele. Dessa forma, o tratamento consegue estimular o processo de regeneração aumentando a produção de colágeno na área foco.
As ondas do Ultrassom Microfocado induzem vibrações moleculares que geram pequenas lesões micrométricas nos pontos focais, sem atingir áreas adjacentes. Assim inicia-se uma cascata inflamatória como forma de reparo e, por consequência, são formadas novas fibras de colágeno na área tratada. O aumento do colágeno resulta em uma pele mais firme e com menos rugas, assim como ocorre no lifting facial cirúrgico.
O Ultrassom Microfocado também se destaca pela gama de possibilidades oferecidas na estética. Ele pode ser utilizado em diferentes áreas da face e do corpo, sobretudo ao ser combinado a tecnologia de ponta do equipamento.
Por atingir as camadas subcutâneas e os tecidos até o nível do SMAS, indica-se a tecnologia do HIFU para o tratamento de diferentes condições relacionadas ao envelhecimento, por exemplo:
Flacidez corporal e facial;
Rugas e linhas de expressão ao redor dos olhos;
Rejuvenescimento da região do pescoço;
Perda da definição do contorno do rosto e corpo;
Adiposidade localizada na papada, braços, abdômen e em outros pontos.
Tudo isso por trabalhar em profundidades distintas conforme os objetivos do tratamento, por exemplo de 1,5mm a 4,5mm nos tratamentos faciais e de 6mm a 13mm nos corporais.
Como é um tratamento voltado para flacidez e rejuvenescimento, indicamos o ultrassom a partir dos 30 anos.
O efeito é imediato, sendo potencializado já nos primeiros 3 meses.
No geral, as contraindicações são para pacientes com grande quantidade de gordura ou flacidez excessiva. Outros casos onde o processo deve ser evitado são em pessoas com doenças de pele aguda e crônica. Contudo, nos pacientes com lesões ativas de herpes labial, por exemplo, o procedimento está contraindicado. Já em pacientes sem lesão, mas que apresentam histórico positivo de herpes, a profilaxia é necessária.